Os funcionários da Prefeitura com salário de até R$2.500, em valores líquidos, receberão no quinto dia útil. A data cai na sexta-feira, dia 7
Pagamento dos servidores da Prefeitura continuará dividido em dois lotes este mês. Os funcionários com salário de até R$2.500, em valores líquidos, receberão no quinto dia útil. A data cai na sexta-feira (7). Já para quem tem remuneração superior a R$2.500 será pago até o dia 15.
O governo estadual também anunciou esta semana que vai manter até o fim do ano o sistema de escalonamento para a liberação do salário dos servidores. O depósito referente a setembro será efetuado nos dias 10, 14 e 18 deste mês. No entanto, o calendário de pagamento sofreu alteração para o último bimestre de 2016.
Os funcionários que ganham até R$3 mil receberão o salário integral no nono dia útil em novembro (14/11) e no oitavo dia útil em dezembro (12/12). Esse grupo representa 75% do funcionalismo público estadual. Já para quem tem salário líquido de até R$6 mil, o governo estadual vai pagar R$3 mil no dia 14 de novembro e o restante em outras duas parcelas: 18 e 23 do próximo mês. Em dezembro, os pagamentos serão feitos nos dias 12, 19 e 21. Os servidores que têm o salário maior que R$6 mil, que correspondem a 8% do funcionalismo, vão receber R$3 mil no dia 14 de novembro e o restante nos dias 18 e 23.
As datas do pagamento do primeiro trimestre de 2017 e um posicionamento sobre o pagamento do 13º salário serão tema da reunião marcada para o final do mês de novembro. Segundo o secretário estadual de Planejamento e Gestão, Helvécio Magalhães, o governo mineiro fará todo o possível para pagar o benefício em dia para o funcionalismo. Magalhães também argumentou que não está previsto reajuste para a categoria este ano e espera compreensão do funcionalismo e das entidades sindicais.
O secretário reforçou que o Estado continua com dificuldades no fluxo de caixa para honrar a folha de pagamento, pois o valor total hoje é superior a R$3 bilhões por mês e não houve crescimento da arrecadação. “O governo mostrou, com toda a transparência, que não há recursos nem para pagar no quinto dia útil nem para conceder o reajuste reivindicado pelos sindicatos”, encerrou.