Em nota distribuída à imprensa ontem, a Secretaria de Saúde também anunciou reformulação no atendimento da central de ambulâncias
Em nota distribuída à imprensa ontem, a Secretaria de Saúde também anunciou uma reformulação no atendimento da central de ambulâncias. A pasta informou que deu início a um levantamento e já identificou, através de cruzamento de dados, várias solicitações que não condizem com os critérios de atendimento, pois não se referem a pacientes acamados ou com deficiência, mas, sim, a pessoas com condições para utilizar o transporte público ou particular.
Conforme as informações repassadas à imprensa, o secretário de Saúde, Iraci Neto, determinou que se fizesse um levantamento para obter diagnóstico do serviço e otimizar as rotas para reduzir custos. No entanto, já nas primeiras análises foi verificado que vários atendimentos e pedidos não são compatíveis com as funções de ambulância e os veículos estavam sendo utilizados para fins sociais.
“O que estamos percebendo é que algumas pessoas estão desvirtuando as obrigações do serviço. Vamos rever tudo isso, averiguar a real necessidade e dar o atendimento a quem realmente precisa, que são os acamados e portadores de deficiências. É preciso que a comunidade entenda a importância deste atendimento e não o requisite se não for realmente necessário. Não vamos ceder nem abrir exceções. Ambulância é para transporte médico”, posicionou o secretário.
A Secretaria de Saúde ainda manifestou que motoristas do quadro efetivo da Prefeitura estão compondo o setor de ambulâncias até a convocação dos aprovados no concurso, mas não informou o número de profissionais que estão na ativa no momento. O texto também assegurou que nenhum paciente que se enquadre nos critérios do serviço ficou sem atendimento.