POLÍTICA

Vereador denuncia atraso em obra de Cemei que deveria estar concluída em julho de 2014

Cemei do bairro Tancredo Neves está com as obras praticamente paradas e os funcionários sem receber salário há dois meses

Publicado em 04/03/2016 às 08:01Atualizado em 16/12/2022 às 19:52
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Foto/Rodrigo Garcia/CMU

Cemei do bairro Tancredo Neves está com as obras praticamente paradas e os funcionários sem receber salário há dois meses

Atraso superior a um ano e meio para a entrega das obras do Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) do bairro Tancredo Neves é denunciado pelo vereador Ismar Marão (PSD), que pede providências no sentido de rescindir o contrato com a construtora responsável pela construção e viabilizar o funcionamento da unidade. Marão denuncia ainda que a obra está praticamente parada e que os trabalhadores estão há dois meses sem receber. De acordo com o parlamentar, cerca de 150 matrículas foram feitas e os pais estão enfrentando diversos problemas por falta do Cemei do bairro.

A ordem de serviço para a execução da obra foi emitida em novembro de 2013, mas a construção, propriamente dita, teve início em fevereiro de 2014 e o prazo de entrega se espirou em julho de 2014. O vereador disse que há cinco meses pediu informações sobre o andamento da obra, visto que o início do ano letivo se aproximava e a construção estava a passos lentos.

De acordo com Ismar, a secretária de Educação, Silva Elias, lhe informou que a Prefeitura não está com pendências financeiras com a empresa “API Engenharia”, vencedora da licitação com proposta de R$1,6 milhão. “Estando a Prefeitura em dia com os pagamentos, não existem razões para a obra estar praticamente parada e a empresa devendo os funcionários”, diz Ismar Marão, ao cobrar da PMU, por meio de novo ofício, a adoção das medidas cabíveis.

A secretária de Educação também garantiu ao vereador que as crianças não ficarão sem escola. Ele informou que negociações estão ocorrendo com a Superintendência Regional de Ensino no sentido de se utilizar salas da Escola Estadual Lauro Fontoura, no bairro Fabrício. No entanto, o vereador salienta que, ainda assim, os pais e crianças terão o desconforto de estar longe de casa e em equipamento que não é adequado para os menores.

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