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Mato alto volta a gerar queixas no Umuarama após roçada prometida ser adiada para março

Denúncias à Rádio JM citam dificuldade para pedestres e presença de insetos e animais peçonhentos

Débora Meira
Publicado em 19/02/2026 às 18:14
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Vegetação tem incomodado moradores das proximidades (Foto/Divulgação)

Vegetação tem incomodado moradores das proximidades (Foto/Divulgação)

Moradores da Praça das Violetas, no Conjunto Umuarama, voltam a reclamar do mato alto que dificulta a circulação de pedestres e compromete a visibilidade à noite. Segundo denúncias enviadas à Rádio JM, a vegetação teria triplicado de tamanho desde a última roçada realizada pela Codau na primeira semana de janeiro. 

Em janeiro, o Jornal da Manhã já havia recebido reclamações sobre a situação da praça. Na ocasião, a Companhia Operacional de Desenvolvimento, Saneamento e Ações Urbanas (Codau) informou que a limpeza seria realizada em cerca de 15 dias. A autarquia acrescentou que as equipes estiveram no local na última semana de dezembro, que terminou na quarta-feira, dia 31, e seguiram com os trabalhos na primeira semana de janeiro, garantindo a manutenção programada.

Em fevereiro, a reportagem voltou a receber denúncias da região. Conforme os ouvintes, não houve serviço de roçada. “O mato continua do mesmo jeito, na verdade aumentou a altura”, ironizou um morador. 

Em nota, a autarquia informou que o retorno das equipes, que estava previsto para fevereiro, precisou ser reprogramado para a primeira semana de março, a partir do dia 03. A Codau esclareceu que as equipes estão empenhadas em colocar os serviços de roçada e capina em dia, mas mudanças pontuais no cronograma podem ocorrer. 

A autarquia também lembrou que a manutenção das calçadas das residências, incluindo limpeza e roçada, é de responsabilidade do proprietário do imóvel, conforme legislação municipal. A Codau realiza os serviços apenas nas vias e áreas públicas. 

Moradores reforçam que o mato alto aumenta o risco de acidentes e favorece a presença de insetos e animais peçonhentos. A situação reforça o alerta para a necessidade de acompanhamento do ciclo de limpeza urbana, especialmente em períodos de chuva, quando o crescimento da vegetação se acelera.

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