Eurípedes Barsanulfo Moreira Gouveia seria julgado pela tentativa de homicídio contra a companheira, Magali Aparecida Silva
Foto/Arquivo JM
Marcelo Tonus, defensor público nomeado, pediu o adiamento da pauta
Adiado o Tribunal do Júri previsto para acontecer ontem no Fórum Melo Viana. Eurípedes Barsanulfo Moreira Gouveia seria julgado pela tentativa de homicídio praticada contra a companheira, Magali Aparecida Silva. No entanto, o advogado Odilon dos Santos, que faria a defesa do réu, deixou de atuar no processo e no lugar dele assumiu a Defensoria Pública.
Com esta mudança, o defensor público nomeado, Marcelo Tonus de Melo Furtado de Mendonça, pediu o adiamento, sob a justificativa de que precisava de tempo hábil para analisar os autos. O pedido foi deferido pela juíza da 3ª Vara Criminal, que presidiria o julgamento, Juliana Miranda Pagano. O julgamento foi reagendado para 2 de outubro.
O crime ocorreu no dia 28 de fevereiro de 2013 no residencial Mangueiras. A vítima, que era amásia do réu, foi agredida a pauladas. Ela foi socorrida e encaminhada em estado grave ao pronto-socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), onde foi constatado que a pancada causou traumatismo craniencefálico, com rompimentos de tímpano, hemorragia cerebral e convulsões. O réu foi preso horas depois do crime, escondido em galinheiro no fundo de um imóvel, ao lado da residência de sua mãe.