Faltam duas semanas para a abertura do prazo legal, em 5 de julho, para que os partidos iniciem as campanhas internas que antecedem as convenções para a escolha dos candidatos
Em meio a Copa do Mundo, discussão sobre os reflexos da greve dos caminhoneiros, pode ser que o eleitor brasileiro não se atente ao calendário político. Mas faltam duas semanas para a abertura do prazo legal, em 5 de julho, para que os partidos iniciem as campanhas internas que antecedem as convenções para a escolha dos candidatos.
No MDB, apesar de o presidente da sigla em Minas, o vice-governador Toninho Andrade afirma que não quer o PT em seu palanque, a bancada federal quer repetir a coligação com o Partido dos Trabalhadores. Andrade ainda tenta articulação para lançamento de candidatura própria e, de acordo com o site de notícias Uai, conversa com o PRB, o Podemos, o PV e o PHS.
Ainda segundo o Uai, essas mesmas legendas também conversam com o governador Fernando Pimentel (PT), candidato à reeleição. Pimentel ainda contaria com o PCdoB, o PR, o PSDC e o PMN.
O PSB, do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, conta com PDT e Pros.
Fernando Pimentel guarda outra cartada, que dependeria da intervenção do ex-presidente Lula para trazer à sua chapa como vice o empresário Josué Gomes da Silva.
Rodrigo Pacheco deixou o MDB, se filiou ao DEM e já confirmou alianças com o PP, o PEN, o Avante e o PMB. De quebra, trouxe embaraço à chapa do senador Antonio Anastasia (PSDB), ao convidar para vice de sua chapa, Ana Paula Junqueira (PP), esposa do prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão (PP). Na composição do antigo aliado de Rodrigo Pacheco, o vice confirmado é o deputado federal Marcos Montes (PSD), o primeiro anunciado por Anastasia. Marcos Montes tem base eleitoral em Uberaba.
Anastasia, até agora, conseguiu reunir os apoios do PSD, PTB, PPS e PSC.