Governador protocolou ontem na ALMG a indicação do deputado estadual Durval Ângelo para assumir cargo de conselheiro
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Tony Carlos deve voltar a exercer mandato de deputado no momento em que Durval Ângelo deixar a Assembleia para assumir a função de conselheiro do Tribunal de Contas
O governador Fernando Pimentel (PT) protocolou ontem na Assembleia Legislativa de Minas Gerais a indicação do deputado estadual Durval Ângelo (PT), seu líder de governo, para assumir cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). A medida abrirá vaga na Casa para o retorno do uberabense Tony Carlos (MDB) e era aguardada desde abril.
A indicação precisa ser votada pelos deputados estaduais em plenário. No entanto, ainda não há previsão para votar a questão porque a pauta da Assembleia está travada por falta de acordo entre a base aliada e a bancada oposicionista para a apreciação de vetos do Executivo.
Para Tony, a expectativa é que o impasse sobre os vetos seja resolvido em breve e a indicação de Durval para o TCE votada ainda em julho, cumprindo o trâmite burocrático necessário para o retorno à Assembleia. De acordo com o suplente, Durval já vem fazendo articulações nos últimos meses com os parlamentares da situação e da oposição para viabilizar um acordo que permita a análise dos vetos e destrancar a pauta. “Ele tem tentado sensibilizar os deputados para que entrem em um acordo e as sessões possam retornar”, pondera.
Além disso, Tony ressalta que não acredita em resistência do plenário para aprovar a indicação de Durval à vaga de conselheiro do TCE. “Todos são favoráveis indicação do Durval Ângelo”, acrescenta. A vaga no Tribunal de Contas surgiu por causa da morte da conselheira Adriene Andrade em abril. Ela tinha 53 anos e chegou ao TCE por indicação do então governador Aécio Neves. A causa da morte não foi divulgada.