Conselho Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro encaminha lista tríplice ao Ministério da Educação, tendo o nome do professor Fábio César Fonseca em primeiro lugar
Sandro Neves
Antes da definição da lista tríplice, alunos e professores fizeram manifestação na porta da reitoria para cobrar a indicação de Fábio Fonseca, que venceu a consulta acadêmica
Com 31 votos, o professor Fábio César da Fonseca foi eleito pelo Conselho Universitário (Consu) da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) para encabeçar a lista tríplice, que será encaminhada ao Ministério da Educação (MEC) para escolha do novo reitor da UFTM.
A reunião do Consu aconteceu na manhã de ontem, com 59 presentes. Em segundo lugar ficou o professor Luiz Fernando Resende dos Santos Anjo, com 24 votos, que foi candidato a vice-reitor na chapa 1, derrotada na consulta acadêmica. A professora Patrícia Maria Vieira, candidata a vice-reitora na chapa 2, vencedora da consulta acadêmica, e a professora Norma Lúcia da Silva tiveram um voto cada, com um voto nulo e um voto branco.
Uma nova eleição foi realizada para definir o terceiro nome da lista tríplice, por conta do empate entre as professoras Patrícia Vieira e Norma Lúcia. Na segunda votação, Patrícia obteve 35 votos e Norma, 21. Com isso, a lista tríplice fica encabeçada por Fábio César Fonseca, Luiz Fernando Resende dos Santos Anjo, em segundo lugar, e Patrícia Maria Vieira, em terceiro.
O Conselho Universitário, instância máxima de deliberação dentro da universidade, elabora a lista com três nomes e a encaminha ao Ministério da Educação. É esse o órgão que se encarregará de nomear o novo reitor. O MEC, habitualmente, indica o vencedor da consulta. A escolha dos reitores das universidades federais é regulada pelo Decreto 1.916, de 1996.
Vencedor da consulta acadêmica (votação entre docentes, corpo administrativo e alunos) e também da eleição no Consu, Fábio Fonseca disse que o MEC tem respeitado as decisões das comunidades acadêmicas. “Tivemos um processo eleitoral limpo, isso ficou comprovado. O único problema registrado - a troca de cédula de votação de um aluno, que sufragou com a cédula de professor - foi identificado e corrigido pela Comissão Eleitoral, com conhecimento das chapas participantes. E nós confiamos que o MEC, que tem respeitado as decisões das comunidades acadêmicas, também vá respeitar a decisão aqui da UFTM”, ressaltou.
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